Apesar do crescimento do nível de exigência das mulheres em relação aos homens, continuamos sem entender muito bem o que se passa na mente masculina. O que os homens escondem? Essa curiosidade carregamos através dos tempos, sejamos modernas, ou não.
Pensando nisso, resolvemos entrevistar alguns amigos blogueiros para que eles nos digam algo mais sobre a essência do homem deste novo século.
Nossa primeira vítima é Ricardo Rayol, um blogueiro de respeito.
Pensando nisso, resolvemos entrevistar alguns amigos blogueiros para que eles nos digam algo mais sobre a essência do homem deste novo século.
Nossa primeira vítima é Ricardo Rayol, um blogueiro de respeito.
(por layla lauar)
nós duas & Ele

Ricardo Rayol: Pergunta difícil, mas um personagem que sempre me impressionou é Edmond Dantes, o Conde de Monte Cristo. Outro seria o Capitão Ahab, de Moby Dick.
DT: Silicone ou natural?
RR: Depende do porte. Se forem grandes e em dia, naturais. Mas gosto de seios pequenos também. Silicone na bunda, nem pensar.
DT: Caçador sempre? Às vezes se permite ser caça?
RR: Não sou caçador. Não vago pela internet atrás de presas incautas (risos). Gosto de ser caçado.
DT: A mulher tem que ser:
a) gostosa e tarada
b) bonita e inteligente
c) espiritual e radiante
d) apenas cúmplice e companheira
e) todas as opções acima são válidas
se optar pela última resposta, explique todas as demais... (muitos risos)
RR: Cúmplice e companheira.
DT: Como deixar ousada até a mais santinha?
RR: Ah, isso é segredo de ofício (gargalhadas). O mais importante é transmitir confiança. Se acreditam em nosso caráter, o resto vem naturalmente. E, é claro, respeitar os limites de cada um.
DT: Em sua opinião, as mulheres buscam para companheiro o homem sensível ou o machão?
RR: Homem sensível é quase viado. Homem machão é quase corno. Homem tem que ser homem, ponto.
DT: E você, como se define?
RR: Safado, mas não canalha.
DT: Tem hora e local certo para se fazer amor?
RR: É claro que não.
DT: Na hora do “rala e rola”, no que você é realmente muito bom?
RR: Em chupar. Uma buceta (pode?) cheirosa é o melhor que há. Sou capaz de ficar horas ali.
DT: Monogamia é sinônimo de monotonia?
RR: Depende do casal. Mas sou contra sair realizando “fantasias” indiscriminadamente em nome do relacionamento.
DT: Na relação homem-mulher, onde o homem erra e como poderia acertar?
RR: Na falta de atenção, de ouvir e ter um mínimo de demonstração de carinho, mas não exagerar para não virar homem sensível, logo, viado.
DT: E as mulheres, em sua opinião, onde têm errado e o que devem fazer para acertar?
RR: Insistir em se relacionar com canalhas. É algo que não compreendo
DT: Ciúme é amor ou insegurança?
RR: Depende do grau, em demasia é um saco.
DT: Tem alguma pergunta que não foi feita, mas que você gostaria de responder?
RR: Qual o tamanho.
DT: E, para terminar: Foi bom pra você? ;)
RR: Muito bom! Seria melhor se fosse com as duas, ao vivo. ;-)
Raio X
Ricardo Rayol, natural de Brasília, economista, 46 anos, escreve os blogs A Cor da Letra, Jus Indignatus, “Em verdade vos digo” , Juarez o Cabrito Montês, A Casseta do Cabral, Memórias Póstumas de um Puto Prestimoso.
Ricardo se define como um personagem de vários atores, mas, em nossa modesta opinião, é um belo autor de vários personagens, cada qual representando uma faceta de sua instigante personalidade.
Dele...

até a pálida luz da tua janela,
vejo-te nua, entre a trama,
aqui estático, um voyeur.
Teu corpo nu, inocente
impossível, desejado,
é minha sina, meu pecado,
o açoite de minha imolação.
Tomo do falo rijo,
a mão já calejada,
embala o meu penar.
Despejo minha culpa.
O arfar mudo, agonizante,
é minha única recompensa

Esperara por anos aquele dia. Contara as horas e minutos. Imaginara como seria o encontro. Cada passo, cada gesto, cada palavra. Com esmero se preparou. No momento certo ouviu um silvo, agudo, ensurdecedor. O contato áspero da foice em seu pescoço não foi surpresa. Surpresa era a face da morte. Não a imaginara tão bonita.
(leiam mais sobre o Ricardo Rayol: AQUI)
Agradecemos a você, Ricardo, a disposição em participar deste "bate-bola". Realmente, adorável