De novo a minha vez de blogar e embora esteja carregada de coisas que gostaria de escrever aqui, a cab
eça lotada de idéias, não consigo traduzi-las em palavras...
Pensei em falar sobre essa nova safra de mulheres que invadiu o mercado, as "mulheres frutas", porém esse é um assunto que muito me irrita, quando penso que, desde os anos 50, mulheres corajosas, inteligentes, com força de vontade e ideais repletos de valores de igualdade, lutam para ter um lugar ao sol junto aos homens monopolizadores de poder e que, agora, mais de meio século depois, um grupo de mulheres, com os corpos modificados por silicone, vem à publico se autodenominar “mulher-fruta” (de muita popa e pouco sumo), colocando a todas no mesmo balaio, como artigo de degustação, pelo menos na cabeça de alguns ou muitos machos, que se deixam levar mais pelo instinto do que pelo bom senso ou razão.
Então, melhor deixar, por ora, esse assunto pra lá...
(... e continuo sem saber sobre o que escrever aqui.)
Tenho lido por aí e por ali, alguma pessoas, talvez pegando carona na música do Zeca Pagodinho, falando que estão deixando que a vida as leve. Mas como assim? "Deixa a vida me levar"? A vida não tem pés, não tem asas, a vida não nos leva a lugar algum, somos nós que movemos as nossas vidas, através das escolhas que fazemos.
E por acreditar nisso, que acabei de resolver e hoje escolho não escrever.
Afinal, estamos no outono e, para mim, o outono é a mais bela e romântica estação do ano. Suave e doce. É quando a natureza se despe de suas cores de verão e se veste de tons castanhos, rubros, dourados e adormece para se renovar. Tudo nessa estação me encanta, o frio das madrugadas, a dança do vento com as árvores, o cair das folhas, a música que se ouve pelo ar, as manhãs claras e ensolaradas. É nesta época que mais me permito sonhar e se a vida não tem asas, o coração as tem. Por isso, recolho-me para me renovar e deixo que meu coração me leve para onde eu gostaria de estar, já que meus pés, amarrados pela realidade, me impediram de caminhar até lá...
Desculpem-me, mas hoje não escrevo, sonho apenas!
Layla Lauar

Pensei em falar sobre essa nova safra de mulheres que invadiu o mercado, as "mulheres frutas", porém esse é um assunto que muito me irrita, quando penso que, desde os anos 50, mulheres corajosas, inteligentes, com força de vontade e ideais repletos de valores de igualdade, lutam para ter um lugar ao sol junto aos homens monopolizadores de poder e que, agora, mais de meio século depois, um grupo de mulheres, com os corpos modificados por silicone, vem à publico se autodenominar “mulher-fruta” (de muita popa e pouco sumo), colocando a todas no mesmo balaio, como artigo de degustação, pelo menos na cabeça de alguns ou muitos machos, que se deixam levar mais pelo instinto do que pelo bom senso ou razão.
Então, melhor deixar, por ora, esse assunto pra lá...
(... e continuo sem saber sobre o que escrever aqui.)
Tenho lido por aí e por ali, alguma pessoas, talvez pegando carona na música do Zeca Pagodinho, falando que estão deixando que a vida as leve. Mas como assim? "Deixa a vida me levar"? A vida não tem pés, não tem asas, a vida não nos leva a lugar algum, somos nós que movemos as nossas vidas, através das escolhas que fazemos.
E por acreditar nisso, que acabei de resolver e hoje escolho não escrever.

Afinal, estamos no outono e, para mim, o outono é a mais bela e romântica estação do ano. Suave e doce. É quando a natureza se despe de suas cores de verão e se veste de tons castanhos, rubros, dourados e adormece para se renovar. Tudo nessa estação me encanta, o frio das madrugadas, a dança do vento com as árvores, o cair das folhas, a música que se ouve pelo ar, as manhãs claras e ensolaradas. É nesta época que mais me permito sonhar e se a vida não tem asas, o coração as tem. Por isso, recolho-me para me renovar e deixo que meu coração me leve para onde eu gostaria de estar, já que meus pés, amarrados pela realidade, me impediram de caminhar até lá...
Desculpem-me, mas hoje não escrevo, sonho apenas!
Layla Lauar